sexta-feira, 30 de maio de 2008

Ajudem o Abrigo de Santa Cruz RJ



Urgente !!!!

Precisamos de ração, de remédios, de muitas coisas para o Abrigo em Santa Cruz. Vamos fazer uma campanha em breve com os animais, para adoçao ou lar temporário ou até mesmo "apadrinhamento". Precisamos de veterinários voluntários. Quem quiser saber mais sobre o abrigo, pode ligar para a Helena - 99726561 Quem quiser adotar, apadrinhar ou oferecer um lar temporário, por favor também entre em contato conosco!!!!


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Por favor, é urgente !!!!!!!!!

segunda-feira, 26 de maio de 2008

NÃO PENSE PEQUENO , PENSE GANDHI




NÃO PENSE PEQUENO , PENSE GANDHI



“ A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados" - Mahatma Gandhi



“Virá o dia em que a matança de um animal será considerada crime tanto quanto o assassinato de um homem." - Leonardo da Vinci: artista, cientista, inventor. Considerado um dos maiores gênios da humanidade.



“Enquanto os homens massacrarem os animais, eles se matarão uns aos outros. Aquele que semeia a morte e o sofrimento não pode colher a alegria e o amor." - Pythagoras: conhecido como primeiro matemático puro que teve grande importância no desenvolvimento da humanidade.



"A compaixão para com os animais é das mais nobres virtudes da natureza humana." - Charles Darwin: formulou a doutrina evolucionista segundo a qual as espécies procedem uma das outras.

“O destino dos animais é muito mais importante para mim do que o medo de parecer ridículo."- Émile Zola : escritor francês nascido em Paris tido como o fundador da corrente naturalista da literatura.

domingo, 25 de maio de 2008

Protesto contra empresas que testam em animais


Protesto na Paulista incentiva boicote contra empresas que testam produtos em animais

“Não Existe Beleza na Crueldade”; “Respeito aos Animais: “Produtos Livres de Testes”; “Boicote às Empresas que Testam em Animais”, “Repúdio aos Testes em Animais”, foram algumas das frases divulgadas em cartazes e faixas durante protesto ocorrido sábado, 17 de maio, na av.Paulista.
Os manifestantes presentes aderiram ao protesto mundial contra testes em animais realizados pela Procter & Gamble, ampliando o repúdio para outras empresas instaladas no Brasil que também fazem testes como Bom-Bril, Nestlé, Bic, Johnson&Johnson, Unilever, entre outras.
A Procter&Gamble, que motivou o protesto mundial, é fabricante de produtos de limpeza, cosméticos, absorventes, tem vários desses produtos vendidos no Brasil como o sabão em pó Ariel, fraldas pampers e absorventes tampax e always.
Causando dor e morte, continua a realizar testes, agora obrigando animais a inalarem nanoparticulas para lançamento de novos cosméticos.
Testes nos olhos, peles, e órgãos internos dos animais causam dor, sofrimento e morte, e são desnecessários, porém, atendem interesses econômicos daqueles que não respeitam os direitos animais.
Fonte: site ativismo.com
* Se vc quiser a lista com as empresas que testam em animais é só me deixar seu email que eu lhe mando com o maior prazer.

sábado, 24 de maio de 2008

CARNE DE VITELA OU BABY BEEF



CARNE DE VITELA OU BABY BEEF


A carne de vitela é muito apreciada por ser tenra, clara e macia.

O que pouca gente sabe é que o alimento vem de muito sofrimento do bezerro macho, que desde o primeiro dia de vida é afastado da mãe e trancado num compartimento sem espaço para se movimentar.

Esse procedimento é para que o filhote não crie músculos e a carne se mantenha macia.

Baby beef é o termo que designa a carne de filhotes ainda não desmamados. O mercado de vitelas nasceu como subproduto da indústria de laticínios que não aproveitava grande parte dos bezerros nascidos das vacas leiteiras.

Veja como é obtido esse "produto": assim que os filhotes nascem, são separados de suas mães, que permanecem por semanas mugindo por suas crias. Após serem removidos, os filhotes são confinados em estábulos com dimensões reduzidíssimas onde permanecerão por meses em sistema de ganho de peso, alimentação que consiste de substituto do leite materno.

Um dos principais métodos de obtenção de carne branca e macia, além da imobilização total do animal para que não crie músculos, é a retirada do mineral ferro da sua alimentação tornando-o anêmico e fornecendo o mineral somente na quantidade necessária para que não morra até o abate.

A falta de ferro é tão sentida pelos animais, que nada no estábulo pode ser feito de metal ferruginoso, pois eles entram em desespero para lamber esse tipo de material. Embora sejam animais com aversão natural à sujeira, a falta do mineral faz com que muitos comam seus próprios excrementos em busca de resíduos desse mineral.

Alguns produtores contornam esse problema colocando os filhotes sobre um ripado de madeira, onde os excrementos possam cair num piso de concreto ao qual os animais não tenham acesso. A alimentação fornecida é líquida e altamente calórica, para que a maciez da carne seja mantida e os animais engordem rapidamente.

Para que sejam forçados a comer o máximo possível, nenhuma outra fonte de líquido é fornecida, fazendo com que comam mesmo quando têm apenas sede. Com o uso dessas técnicas, verificou-se que muitos filhotes entravam em desespero, criando úlceras pela sua agitação e descontrole no espaço reduzido. Uma solução foi encontrada pelos produtores: a ausência de luz; a manutenção dos animais em completa escuridão durante 22 horas do dia, acendendo-se a luz somente nos momentos de manutenção do estábulo. No processo de confinamento, os filhotes ficam completamente imobilizados, podendo apenas mexer a cabeça para comer e agachar, sem poder.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Terreno para a SUIPA!

A SUIPA completou 65 anos de existência no dia 27/04/2008 SÂO 65 ANOS DE EXISTÊNCIA RECOLHENDO, ABRIGANDO OS ANIMAIS ABANDONADOS NAS RUAS DO RIO DE JANEIRO, !!! Centenas de animais são castrados , vacinados e recebem assistência veterinária todas as semanas à preços populares dentro desta instituição.
Pedimos ao nosso Prefeito CESAR MAIA e ao Secretário da SEPDA (DEFESA DOS ANIMAIS) Sr. VITOR FASANO o terreno de 10.989,25 METROS ao lado da SUIPA.
Assine por favor e ajude essa instituição a continuar o seu trabalho:

http://www.petitiononline.com/27042008/petition.html

sábado, 17 de maio de 2008

Como destruir a Amazônia sem sair de casa?

"Claro que é culpa da inoperância dos órgãos públicos, que não conseguem controlar desmatamentos, queimadas, e nem a lenha que garante o seu pãozinho de cada dia nas padarias da região e de boa parte do Brasil. Será que a culpa é só daqueles a quem você emprestou seu voto e sua confiança, daqueles a quem você passou procuração para decidir, em seu nome, o que você consome nos supermercados? Ou será este um problema da Nação a que você e eu pertencemos, ou fingimos pertencer.Como você se sente diante do circo anual quando os chefes da Nação esbravejam ao ver as taxas de desmatamento fora de controle e soltam decretos a torto e a direito, esperando que sejam cumpridos? Você acha que seus chefes realmente levam a sério este assunto? O que eles pensam quando servem seu George (o Bush) um churrasco para na Granja do Torto?Até quando você vai acreditar nesta novela? Nesta conversa de que medir desmatamento e queimadas serve para alguma coisa? Só serve para dizer o que você já sabe muito bem: a coisa vai muito mal, cada vez pior. Afinal, medir desmatamento e queimada é medir conseqüência e não causa. É como medir a febre do doente; certificar-se de que ele tem mesmo febre e, ir dormir, ir fazer churrasco, nada fazer, esperando, que, se tudo der certo, um dia, o doente, se sobreviver, irá melhorar.É assim que age o governo que você elegeu, porque, você, cidadão brasileiro não liga a mínima para as causas que provocam desmatamento e queimada. Ou melhor, não está muito interessado em saber que quem causa a destruição da Amazônia é você mesmo, ao comer o seu bifinho de cada dia, o seu churrasquinho de fim de semana, o seu pãozinho de cada dia.O que efetivamente causa desmatamento? Na Amazônia a resposta é muito clara: a pecuária bovina extensiva, que responde por mais de 3/4 do estrago, e bem depois, muito depois, vem as outras causas, a soja (que cresce rapidamente), a retirada de madeira (que financia as novas derrubadas e pastagens), e muitas outras que, claro, juntas, são terrivelmente devastadoras. Aliás, esta é a história do Brasil. A história da pata do boi. Assim, seus tataravôs engoliram a Mata Atlântica e a Caatinga, e seus pais e você devoram o Cerrado e a Amazônia.Só se cria boi porque há consumidor de carne. O pecuarista só existe porque ganha mais dinheiro com o boi. Se outra coisa (legal) fosse mais lucrativa, mudaria de ramo. E o pecuarista só cria boi porque há cada vez mais consumidor querendo comer carne, carne barata.Quem consome a carne da Amazônia é tanto quem mora na região (menos de 10% da produção), como os brasileiros das outras regiões (mais de 80%). A participação das exportações ainda é pequena, inferior a 10%, mesmo se considerar os 600 mil bois vivos que despachamos, sem pagar impostos, para a desabastecida Venezuela e o violento Líbano em guerra.Hoje, na Amazônia, é possível produzir carne muito barata porque o alto preço social e ambiental não é considerado. O pecuarista raciocina: por que se preocupar em conservar as matas, as águas, as populações tradicionais e as milenares culturas? Por que seguir a lei trabalhista, pagar impostos, legalizar as terras, se não há fiscalização?O Brasil decidiu (e você participa desta decisão como eleitor e consumidor) transferir 1/3 de seu rebanho para a Amazônia. Na década de 1.960 eram 1 milhão de bois na região, hoje, menos de meio século depois, são 75 milhões. Mais que em toda a Europa! Há muita gente envolvida, não são apenas aqueles 21 mil médios e grandes pecuaristas (com propriedades acima de 500 hectares). Há também 400 mil pequenos pecuaristas, em sua maior parte economicamente inviáveis. Resultado: em menos de 40 anos, somente com a pecuária, destruímos mais de 70 milhões de hectares do mais complexo e desconhecido conjunto de florestas tropicais do Planeta. É pouco, você dirá, menos de 20% da região, ou, se preferir, meros 8% do território do Brasil.No entanto, esta superfície é superior à soma das áreas do estado do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro somados. Destruídos. Para que? Para você comer picanha, picadinho e croquete mais baratos. Será que alguém realmente se beneficiou com isto? Será que os filhos dos pecuaristas realmente terão uma vida melhor porque estão na Amazônia desmatada? Dificilmente. A pecuária não consegue garantir nem a rentabilidade de uma aplicação trivial em um banco, como a poupança ou um CDB. É o pior negócio que existe, só sobrevive porque é ilegal.De cada três bifinhos que você come, um vem da Amazônia. Você não pergunta para o seu Zé açougueiro nem para o seu Diniz do Pão de Açúcar ou para o presidente do Carrefour, ou para outro dono de supermercado de onde vem a carne. Você também não pergunta de onde vem a soja, o arroz, e tantos outros produtos. Enfim, como consumidor você sabe muito pouco sobre o que você consome, qual o seu impacto no planeta, quantos quilos de carbono, de água, de suor foram gastos para produzir o seu luxo do momento. Seu fornecedor também não se interessa por educá-lo, informá-lo, orientá-lo. Para ele responsabilidade social é comprar meia dúzia de cestinhas e docinhos de comunidades "em alto risco social" e ganhar comenda e prêmio de associações empresariais.E se você efetivamente perguntasse ao dono do estabelecimento? E se você fosse às últimas conseqüências, abandonasse o produto na prateleira? E se, de agora em diante, você fosse 100% coerente em relação a sua responsabilidade como cidadão, cidadão comedor das Amazônias? Das Matas Atlânticas? Você deixaria de comprar a carne que vem com gosto de Amazônia queimada, devastada e escravizada? A carne que saiu do norte de Mato Grosso, do sul do Pará, do Marajó, do centro de Rondônia, do sul do Acre e do Amazonas? Você deixaria de comer a Amazônia? Você seria capaz de abandonar seu antigo fornecedor de alimentos se ele não levasse a sério a sua pergunta: de onde vem esta carne? Ou melhor, esta carne vem da Amazônia?Se sua resposta é: tanto faz, então sugiro que desligue a televisão, vá curtir o seu quente verão de aquecimento global e tome tudo isto como conversa para boi dormir. Se, entretanto, achar que vale a pena seguir adiante, então, tome uma atitude. Pilote com mais atenção o seu carrinho de compras. A cada passo que você dá no supermercado, é você quem decide o futuro do planeta (e não o dono do reluzente estabelecimento, ou o diretor de marketing da empresa, ou o gênio da agência de propaganda que ainda insiste em usar crianças ou em desrespeitar as mulheres para vender mais).Se você quer entregar algo da Amazônia a você mesmo, ou a seus descendentes, deixe este olhar bovino de lado, abandone seu comportamento de consumidor passivo. O mundo todo já percebeu que o Brasil está transformando a Amazônia em um imenso curral. É isto que você quer? Você acha que o mundo vai mesmo ficar de braços cruzados vendo o Brasil fazer churrasquinho da Amazônia? Pois então, vamos agir, enquanto é tempo, antes que sejamos obrigados, envergonhados, a sofrer sanções internacionais hoje inimagináveis. Vamos enviar o boi de volta para o zoológico e para o presépio, de onde jamais deveria ter saído."
Texto de João Meirelles Filho

sábado, 10 de maio de 2008