sábado, 2 de janeiro de 2010

Abrigo São Francisco pede socorro






Amigos e protetores,

O abrigo São Francisco, único refúgio de 350 animais abandonados e maltratados de Salvador, teve seu terreno penhorado no último dia 18 para o pagamento de débitos trabalhistas de R$ 30.000,00 deixados pela administração do ano de 2007 (Karla, Kátia e Graça).
Contratamos uma advogada para embargar essa penhora e tentar acordo em valor menor e parcelado, mas sabemos que o embargo pode ser aceito ou não, ademais correm mais 4 processos dessa natureza contra a ABPA, com valores tb bastante expressivos.
Precisamos de dinheiro para pagar essas dívidas e é muito difícil conseguirmos sozinhos essa soma em tão pouco tempo.
Iremos à imprensa pedir socorro, ajuda, pois, acreditamos que mobilizando muita gente possamos ajudar esses animais que só tem a nós humanos por eles.
C É IMPORTANTE PARA OS ANIMAIS NESSE MOMENTO !
Quem conhecer jornalistas, pessoas ligadas a imprensa, tenha idéias e possa ajudar em eventos entre nessa luta com a gente pelos animais, pois, a situação é grave e iminente.
Essa semana assisti um filme sobre futebol americano, e, numa situação crítica, onde o seu time perdia o técnico falou para um jovem jogador que entrava no final do jogo:" LUTE FILHO, LUTE COMO SE SUA VIDA DEPENDESSE DISSO !"
Eles ganharam o jogo !!
Os animais tb podem ganhar esse jogo difícil se vc ajudar. Sabemos que ninguém aqui tem essa soma em dinheiro, nem tem como consegui-lo sozinho, mas a união faz a força e lutando juntos, como aquele time de futebol americano, podemos salvar o refúgio dos animais.
A UNIÃO de todos será determinante nesse momento (..."Vamos precisar de todo mundo, um mais um é sempre mais que dois, pra melhor juntar as nossas forças
é só repartir melhor o pão...".
Se vc recebeu esse e-mail é pq faz parte de um time, não de um time de futebol, mas do time daqueles que amam e se importam com os animais, de um time com o qual eles, seres inocentes e puros, sabem que podem contar e pedir na linguagem do olhar, dos rabinhos em movimento:
LUTEM, LUTEM COMO SE SUAS VIDAS DEPENDESSEM DISSO!!!

Um abraço cheio de fé e esperança,
gente..se cada um der 10 ou 5 reais, já conseguimos fazer a diferença..
temos apenas uma semana para isso..
ou 350 animais estarão na rua

minha conta é:

Agencia: 0855
CC: 5716237-6
BANCO REAL

Aline Viena de Souza




quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Condomínios não podem proibir animais domésticos


A presença de animais de estimação em condomínios residenciais costuma gerar conflitos entre síndicos e moradores, principalmente quando o alvo das discussões são os cães e gatos. Latidos altos, circulação nas áreas comuns, mau cheiro, pulgas, fezes e urina sem o devido recolhimento estão entre as queixas mais comuns referidas aos donos de animais que não cumprem com as normas estabelecidas no regimento interno dos edifícios.

Segundo a advogada da organização não-governamental (ONG) Terra Verde Viva, Ana Rita Tavares, se os animais forem sociáveis e não oferecerem risco à vizinhança, o síndico não pode proibir que o condômino crie-os no apartamento. A Constituição Federal assegura o direito de propriedade do animal ao indivíduo, desde que respeitadas as condições de higiene e segurança do imóvel.

De acordo com Ana Rita, as convenções internas que impõe aos moradores transitarem com os cachorros pela escada ou carregá-los dentro dos elevadores estão passíveis de anulação, pois não pode haver privação do condômino em circular pelas áreas comuns com os bichos. “Se não há perigo iminente do animal atacar alguém, não tem sentido proibir, mesmo que o cachorro seja grande”.

Direitos - Ao se mudar para um condomínio em Lauro de Freitas, o químico Albert Hartmann, 50, que cuidava de Zeus, o cachorro da raça Show Show da amiga Tâmara Célis, 31, foi pego de surpresa com as leis internas do edifício. “Foi votada, por maioria absoluta, a proibição do trânsito de animais pelo elevador do prédio, além de outras restrições”, afirma. Ele conta que, na época, os moradores decidiram que o cachorro só poderia transitar pelas escadas. “Eu moro no sexto andar e não tinha como descer e subir pela escada duas vezes por dia”, recorda.

Ana Rita explica que queixas assim chegam a parar na justiça. “No juizado especial cível ou qualquer vara cível, o dono pode requerer uma liminar para ter a guarda do seu animal assegurada”, diz.

Para dar entrada na ação judicial é necessário que o dono apresente um relatório do veterinário comprovando que o animal não é portador de nenhuma doença infecto-contagiosa e manter o cartão de vacinação atualizado. “A educação do animal é o reflexo da educação do dono dele. Quem deixa o cachorro defecar ou urinar na garagem ou playgroud não está sendo responsável com o seu bicho de estimação, muito menos com o espaço que é de todos”, destaca a advogada.

Site: http://licitamais.com.br/noticias/Animais/condominios_nao_podem_proibir_animais_domesticos.html

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Animais desaparecidos

PROCURA-SE! ANIMAIS PERDIDOS QUE ESTÃO SENDO PROCURADOS PELOS DONOS

Não custa nada dar uma olhadinha amigos, derepente vc viu um desses animais na rua.
É rapidinho:

www.cachorrolandia.nafoto.net
(conheça, adote, divulgue - atualizado diariamente)

http://twitter.com/CACHORROLANDIA

www.perdimeucachorro.nafoto.net
(cães procurados pelos donos-sempre atualizado)

BARONESA DESAPARECIDA




Baronesa, cadelinha q foi adotada em Guarujá/SP. Adotada, foi colocada p fora de casa após ser surrada e agora está desaparecida!! Se precisarem de mais detalhes,escrevam p a Rose (Uipa - Guarujá ), pois eu só estou repassando ok?

CONTATO :

ROSE - UIPA GUARUJÁ -

PERFIL : http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?uid=15402652272134295199

FONE :(13) 9714-2610 - E-MAIL : uipaguaruja@gmail.com

Le Cirque é condenado por maus-tratos a animais

26/12/2009

Le Cirque é condenado por maus-tratos a animais

Juiz Esdras Neves, da 6ª Vara de Fazenda Pública, aplicou pena de até três anos de detenção em responsáveis pelo circo. Réus poderão recorrer da sentença em liberdade

Adriana Bernardes
Rodolfo Borges
Publicação: 25/12/2009 09:39
Os representantes do Le Cirque foram condenados por crimes de maus-tratos aos animais que mantinham em cativeiro. A sentença é do juiz Esdras Neves, da 6ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios. Na decisão, Neves disse que “os réus, em conduta humanamente reprovável, não asseguravam aos animais apreendidos condições de sobrevivência digna, racionando até mesmo o acesso à água”. O Le Cirque esteve em Brasília entre 29 de julho e 12 de agosto do ano passado.

O camelo fêmea Xuxa correu risco de morte em função dos maus-tratos

O juiz desmembrou as responsabilidades da empresa Amália Griselda Rios de Stevanovich e filhos Ltda. — ME, e das pessoas físicas de George Stvanovich, dono do circo, e de Luiz Carlos Oliveira de Araújo. A empresa foi condenada a doar R$ 250 mil a entidades de preservação e recuperação do meio ambiente, indicadas pelo Ministério Público. O juiz decretou ainda perda da guarda dos animais: um elefante africano e quatro indianos, um hipopótamo, um rinoceronte branco, uma zebra, dois camelos, dois chimpanzés, 10 pôneis, duas lhamas, além de outros que estiveram na mesma situação.

O empresário George Stevanovich, apontado como representante dos interesses jurídicos da empresa, foi condenado a três anos, seis meses e 20 dias de detenção. E Luiz Carlos Oliveira de Araújo deve ser punido com detenção de um ano e um mês de detenção. Os réus poderão recorrer da sentença em liberdade.

Castração
Para o juiz Esdras Neves ficou comprovado que, em consequência dos maus-tratos e mutilações, os chimpanzés tiveram extraídos os seus dentes, além de serem castrados. De acordo com os autos, os elefantes sofreram problemas de articulações e apresentaram desnutrição. As girafas não puderam manter-se eretas em diversas ocasiões, houve transporte inadequado de pôneis, a higiene precária era a regra nas instalações destinadas aos animais, além da insuficiência de água para consumo e higienização dos animais e de seus ambientes.

A denúncia do Ministério Público se baseou nos laudos do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), da ONG GAP e em relatórios elaborados pelos técnicos do Jardim Zoológico de Brasília. Na mesma sentença, Esdras Neves autorizou a doação ao Departamento de Anatomia da Faculdade de Veterinária, da Universidade Federal de Goiás, das carcaças das girafas Tico e Kim, “mortas no transcorrer das condutas criminosas”. O Correio fez contato com o advogado Luiz Sabóia, representante do Le Cirque, mas ele não retornou a ligação.

O número
R$ 250 mil
Valor que a empresa responsável pelo Le Cirque terá que doar a entidades de preservação e recuperação do meio ambiente


MEMÓRIA
Batalha judicial com o MP

A Administração Regional de Brasília revogou em 9 de agosto do ano passado o alvará de funcionamento do Le Cirque, que estava até então instalado há duas semanas no estacionamento do Estádio Mané Garrincha, depois de receber denúncia feita pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios de que o circo não tinha autorização das autoridades ambientais para animais nos espetáculos. Vistorias do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no local confirmaram que os animais, confinados em espaços pequenos e acorrentados, sofriam maus-tratos. A situação dos animais comoveu a cidade e grupos se mobilizaram para protestar contra a utilização de animais em circos.

No mesmo mês da notificação, os animais foram apreendidos pelo Ibama. Relatórios apontaram que o rinoceronte estava com uma doença oftalmológica crônica no olho direito, que os chimpanzés não tinham dentes e que um dos camelos sofria de problemas renais. Os bichos chegaram a ser encaminhados para o Jardim Zoológico, mas liminares concedidas ao Le Cirque levaram os macacos, as girafas e o hipopótamo de um lado para o outro durante semanas.

Nos meses seguintes, os animais apreendidos acabaram morrendo. O primeiro foi um pônei que não resistiu à longa viagem de volta à capital, após o início da disputa judicial, os donos do circo partiram para Campo Grande (MS) levando alguns dos bichos. Durante o retorno dos animais, uma camela ficou desidratada. Em junho deste ano, Tico, uma girafa macho de 17 anos, também morreu. Em agosto deste ano, foi a vez da girafa Kim.

Fonte: Olhar Animal