sábado, 14 de novembro de 2009

A CHINA É AQUI ???


ABATEDOURO DE CÃES


Casal é preso por suspeita de manter abatedouro de cães na Grande SP. Segundo a polícia, carne era vendida para a comunidade oriental. Cães eram pegos nas ruas, presos para engorda e mortos em Suzano.
De propriedade de um casal, que foi preso em flagrante nesta quinta, o abatedouro ficava nos fundos de uma casa. “Eles matavam com um machado e, depois, queimavam o couro com maçarico”, afirmou o delegado Anderson Giampaoli, da 2ª Delegacia de Saúde Pública.Semanalmente, eram vendidas dez carcaças, cada uma variando entre R$ 180 e R$ 220, diz a polícia. Investigações apontam que o casal fornecia os animais havia três anos. “Eles disseram que não sabiam que isso era ilegal”, acrescentou o delegado.Segundo a lei estadual 11.977, os "animais domésticos, aqueles de convívio do ser humano, dele dependentes, e que não repelem o jugo humano" não podem ser criados para o consumo.No freezer da casa, a polícia encontrou 70 quilos de carne, que incluía, além dos cães, dois gatos inteiros. Segundo os investigadores, o dono da casa contou que pegava qualquer animal na rua. Alguns eram mantidos no quintal esperando pela encomenda. “Isso é uma infração gravíssima, já que não sabemos a procedência dos animais”, afirmou o delegado.O casal e os proprietários dos restaurantes vão responder por crime contra a fauna, contra o meio ambiente e por formação de quadrilha. Os restaurantes deverão ser fechados pela Vigilância Sanitária.


A carne de cachorro é uma tradição milenar na Coréia do Sul. A maior parte dos restaurantes que servem carne de cachorro na Coréia estão no interior do país. No Centro de Seul, é difícil encontrar restaurantes que sirvam pratos com a carne.
Vídeo da reportagem:

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Um causo apenas, mas vale ler...

Ontem, dia 18, estava feliz por conta de ter recebido um atrasado e saí para pagar umas muitas contas, compras umas coisinhas para minha linda companheira Cynthia, para minha Kim, que completou 9 meses, para minhas meninas Xokolate, Tchun e Cigana, que estão com pulgas e já passava da hora de vermifugar.
Bem, tinha outras tarefas também e estava pelas ruas.
Resolvi passar numa cumadre minha, mas antes resolvi entrar numa pet na Gilka Machado para ver preço do anti-pulgas e carrapatos.
Naquele momento havia um rapaz muito preocupado com um cachorro de rua que sempre ficava próximo ao seu bar, num local muito simples dentro de uma comunidade carente próxima.
Ele dizia que gostava muito do bicho, que tinha porte médio pra grande, mas que era muito simpático com ele e com sua familia toda. E só. Com o resto do povo ele não se misturava, não dava atenção nenhuma, porém o bichinho apareceu cedo pelo seu comércio e deu mostras de estar pedindo socorro. Sua esposa viu e o avisou.
Sem pensar duas vezes saiu pelas ruas atrás de algum socorro, certo de envenenaram aquele animal que, apesar de ser das ruas nada fazia que incomodasse alguém.
Perguntei se conhecia a Estácio de Sá, lá em Vargem Pequena, pois lá eles dariam um tratamento correto, digno e eficiente pelo preço justo. Ele me disse o seguinte: me diz como chegar lá, dinheiro não importa, eu dou um jeito, eu tô de bicicleta, boto ele na garupa, mas eu não quero deixar ele morrer, meu irmão adora ele.
Estavamos bem longe de lá e disse que ele fosse apanhar o cão pois eu iria levá-los de qualquer maneira. Acabou que tivemos que ir atrás do animal, que muito intoxicado, perdeu a noção dos sentidos, estava babando muito, tremelicando todo e acabou por cair num valão imundo da comunidade. Ele não pensou duas vezes, desceu lá e apanhou o bicho, ouvindo alguns dizendo que era para largar pra lá, que ele não iria sobreviver mesmo e os jacarés precisam comer também, achando graça daquela situação de agonia, de vida ou morte (acreditem este tipo de comportamento é compartilhado por pessoas de todas as classes, não apenas dos menos favorecidos e/ou ignorantes).
Botei do jeito que dava os dois, ali no banco da frente mesmo, o Rena (este é o nome do paraibano humilde, mas de coração exemplar) meio sem jeito tentando manter o "Pode" (este é o nome com que ele tratava o animal que todas as manhãs e, até o calar das vozes, ficava por ali, de plantão, na área do bar do Rena, que o alimentava regularmente, com o que podia.
Chegamos a Estácio (centro universitário de veterinária, que é referência aqui no Rio) e ele foi logo levado para a emergência devido ao seu estado, independente de se ter preechido uma ficha ou não. Isto ficou para depois. Ficamos os dois conversando enquanto os procedimentos eram feitos, ele preencheu a ficha e começou a contar causos do cão, que em mais de duas oportunidades o bichinho impediu a entrada de pessoas estranhamente, muito suspeitas em seu bar, que sempre se mantinha alerta para qualquer um que se aproximasse de seus filhos e até do seu irmão, que como disse lá acima, gosta muito do bicho.
A doutoura apareceu e disse que o quadro era grave, envenenamento mesmo e que após ter passado por alguns procedimentos ele ficaria no soro, em observação, levaria ainda duas injeções, uma anti-tóxica (descupem se português está desatualizado ou incorreto, apenas quero que sintam o que aconteceu) e outra para acabar com tremedeira toda que o fazia arder em febre. Avisou-nos que era um procedimento simples, mas que o resultado dependeria da vontade dele de continuar vivo e que seria muito bom se nós pudéssemos estar ao seu lado, dar carinho (olha gente, tava uma catinga que ninguém de lá estava aguentando (ele caiu na vala, lembram?), pois nós nem estavamos mais sentindo nada, Acostumamo-nos com aquilo facilmente e continuamos nossa conversa acarinhando o bichinho até ele ir se acalmando, até quase dormir.
Ficamos por lá durante pelo menos 4 horas, mesmo ele tendo obrigação em manter seu estabelecimento funcionando e abastecido, pois a clientela não quer saber de nada, quer mesmo é beliscar e beber. Este é o negócio que lhe mantém e a familia, que moram num pequeno apartamento encima de seu bar.
O Pode ficou bem, quase fugiu de nós numa carreira danada, parando apenas debaixo da carrocinha de uma senhora que vendia cafezinho e salgadinhos (ainda estava traumatizado com tudo aquilo, com o lugar e tudo o mais).
Na estácio, face a maneira com o carinho com que ele tratava aquele animal de rua e percebendo pela aparência que se tratava de pessoa humilde mas digna, cobraram apenas os medicamentos mais especiais, doando ainda vermífugo e outro remédio para ajudar na desintoxicação, que não é tão rápida.
Prronto. Eu os trouxe de volta para a comunidade que eles tanto conhecem.
O Rena? Ele resolveu arrumar um canto no seu bar para que o "Pode" fique ali nas madrugadas frias e sombrias (humanos e ratos são perigosos muitas vezes, os humanos então...). Ele, que sempre teve um amigo no Pode, agora também tem um segurança, bem desconfiado e esperto, um vira-latão super simpático, que além de guerreiro aprendeu mais uma vez com quem ele está lidando neste planeta.
Se fosse um coisa ruim, ninguém teria me mandandado lá para socorrer o seu "anjo da guarda", o Rena, um paraibano humilde, mas com coração em Deus.
Chorei (alegremente) escrevendo este causo para vocês, pois lavei minha alma e tive renovada a minha esperança de que há um tantinho de gente boa de verdade por aí.
Obrigado a quem chegou até aqui. De verdade.
Roger lelot

sábado, 29 de agosto de 2009

MC DIA INFELIZ

Gostei desse texto e postei aqui pra vcs !!!

Ontem comi Big Mac. Todo ano como Big Mac no Mc Dia Feliz. Faço por um único motivo: é de graça. Minha avó, achando que está fazendo bem para a humanidade, compra montanhas de vale-hambúrguer e sai distribuindo. Eu como um e dou o resto para quem eu encontrar na rua.
Ontem um menininho me perguntou: "mas como eu faço com isso?". Acho que ele não foi trocar, porque uns duzentos metros depois de responder a pergunta, ele permanecia no mesmo lugar. Deve ter ficado constrangido de entrar na loja, me arrependi de não ter pego o sanduíche para dar. Afinal, o coitado não seria bem atendido.
O dia serve apenas para acalmar as cosciências burguesas e ajudar um pouco de crianças com câncer. Crianças de rua não estão no pacote.
O fato é que o e evento toma porpoções ridículas. Primeiro, eles devem vender mais no Mc Dia Feliz, do que nos outros dias. Porque gente que nunca vai lá acaba comprando batata, refrigerante, sorvete. Se eles quisessem ajudar, fariam mais de uma vez por ano, e com todos os produtos da loja. Mas o potencial ridículo da coisa vem quando as ilustres centenárias da minha rua se juntam para serem voluntárias.
Se preparam o ano todo pra isso. Passam o dia inteiro por lá, pintando toscamente os pequenos burgueses, vendendo camisetas com escritos "Eu participo do Graac", "Comer Big Mac faz bem" para pessoas que jamais puseram os pés na instituição. Eu gosto de comer no Mc Donalds. Mas se dependesse da minha freqüência, ele faliria. Como lá uma vez por mês, quiçá. Sou mais Black Dog ou Pedaço da Pizza, mais baratos, mais brasileiros e principalmente, mais saborosos. Mas é bom ver iniciativas como essa. A gente lembra que o mundo é feito de pessoas extremamente cegas.
Tirado do blog:


sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Separação de menino da sua cadela gera revolta no RJ

Separação de menino da sua cadela gera revolta no RJ
A cena comoveu quem estava na Praça Saens Peña, no riode Janeiro. A cadela Pretinha não se conformou com a separação de seu dono, um garoto de 13 anos que foi levado por uma equipe que participava do choque de ordem. O menino contou que cuidava dela há muito tempo e pediu para levá-la, mas não houve jeito. Pretinha foi atrás do garoto, fez festinha, tentou entrar na van: mas foi rechaçada. Depois, ficou toda tristinha (veja as fotos abaixo).







A separação do menino de rua e sua cadela de estimação comoveu a cidade e revoltou especialistas. Pelo menos 30 pessoas ligaram para a Suipa atrás de novidades, e até a Ouvidoria do município foi acionada por moradores indignados.“Os governantes estão varrendo a cidade, escondendo e jogando moradores de rua como lixo. Se fazem isso com crianças, o que fazem com cães e gatos?”, reclamou a presidente da Suipa, Izabel Nascimento. Para a psicóloga Adriana Portugal, o assunto deveria ser tratado com mais responsabilidade. “Essa amizade representava uma segunda chance. A partir do momento que o animal é retirado de forma violenta, abre-se brechas para patologias graves”, ressalta.A cadela foi separada de seu dono, o jovem L., 14 anos, levado para um abrigo municipal. Enquanto o garoto implorava, aos prantos, de dentro da van, que levasse Pretinha, ela se equilibrava em pé na lataria.Durante todo o dia de ontem, o movimento na Saens Peña foi grande. Pit, um cãozinho muito parecido com Pretinha — apesar de macho —, foi várias vezes confundido com a cadela. O secretário de Ordem Pública, Rodrigo Betlhem, prometeu empenho para promover o reencontro de L. e Pretinha.
Fonte: O Dia online
Nota :
Vamos escrever para o Prefeito!!!!
Para: edupaes@uol.com.br
Assunto: Ação da prefeitura separa menino de 13 anos e cadela
Prezado Prefeito Eduardo Paes
Será que pode fazer algo por esse garoto e a cadela de estimação?
O caso está na primeira pagina do site do jornal O Dia e já foi repassado para vários órgãos de proteção animal.
Não custa tentar...

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

REFLEXÃO



"Quando os animais que metes num estábulo morrem uns atrás dos outros, não te debruces sobre eles à procura da cura do mal. Debruça-te sobre o estábulo e queime-o".



Saint-Exupéry